Mesmo com senadores morando na capital federal, Senado deve pagar R$ 101 mil de auxílio-mudança.

O Senado Federal deve pagar, nas próximas semanas, R$ 101,3 mil a três parlamentares eleitos pelo Distrito Federal, a título de “auxílio-mudança” – mesmo considerando que eles já moram na capital federal. O benefício é garantido por um decreto de 2014, que não distingue o local de origem do político.

Cada senador receberá uma ajuda de R$ 33.763 – o correspondente a um mês de salário – só para “compensar as despesas com mudança e transporte”. O auxílio-mudança é pago tanto aos recém-eleitos, quanto aos que estão deixando o cargo. Em 2019, isso corresponde a 46 senadores chegando, e outros 46 saindo – oito parlamentares foram reeleitos.

 

AF News/G1/Foto: Paulo França.

Bolsonaro assina nesta terça-feira decreto sobre posse de armas, informa Casa Civil.

A assessoria da Casa Civil da Presidência informou que o decreto que facilita posse de armas será assinado nesta terça-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro em uma cerimônia às 11h no Palácio do Planalto.

A agenda de Bolsonaro, divulgada à noite pela Secretaria de Comunicação Social, contudo, não prevê a cerimônia. Diz que haverá reunião ministerial; encontro com entidades; cerimônia de troca de guarda; e reunião como o ministro da Secretaria-Geral.

A Casa Civil não divulgou o conteúdo do decreto, que após a assinatura será publicado no “Diário Oficial da União”. Flexibilizar os critérios para manter uma arma em casa é uma das promessas de campanha de Bolsonaro. Quando ainda era candidato, ele afirmou em seu plano de governo que pretendia reformular o Estatuto do Desarmamento.

Segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada em 31 de dezembro, 61% consideram que a posse de armas de fogo deve ser proibida por representar ameaça à vida de outras pessoas.

 

G1/AF News

Mourão não deixou seu filho desistir do cargo na assessoria da presidência no Banco do Brasil

Mesmo tendo repercussão negativa após noticiarem que o filho do vice-presidente Mourão teve uma promoção rápida dentro do Banco do Brasil, o ex-general não deixou o filho desistir do cargo. “Obviamente que ele não está acostumado com isso, ficou chateado, pensou em não aceitar, em renunciar, por causa da repercussão.”, afirmou Hamilton Mourão.

Antônio Rossell Mourão é funcionário de carreira do Banco do Brasil (BB) há quase dezenove anos e atuava havia onze anos na Diretoria de Agronegócios da estatal, com salário de 12 mil reais. Ao tomar posse, na última segunda-feira (7), o novo presidente do BB, Rubem Novaes, promoveu Mourão filho a assessor especial da presidência, com salário três vezes maior, de 36 mil reais.

 

AF News/Folha UOL/Foto: Reprodução.

Universidade de SP expulsa aluno que gravou vídeo armado e ameaçando matar pessoas negras

O estudante do 10º período da faculdade de direito Mackenzie, Pedro Baleotti, foi expulso da instituição, após o vazamento de um vídeo onde o aluno grava palavras de enaltecimento para o presidente Jair Bolsonaro e ameaça pessoas negras com arma de fogo.

Em 28 de outubro, dia da votação do primeiro turno da eleição presidencial, o estudante Pedro Baleotti divulgou um vídeo anunciando que estava indo votar em sua cidade, “armado com faca, pistola, o diabo, louco pra ver um vadio, vagabundo com camiseta vermelha e já matar logo”. “Essa negraiada vai morrer! Vai morrer! Capitão, levanta-te, o povo brasileiro precisa de você”, afirma o aluno na gravação.

A notícia da expulsão foi feita pelo Coletivo Negro Afromack. Confira o postagem:

 

AF News/Rômulo Barros/Foto: Reprodução.

Previdência dos militares será tratada separadamente

Com o objetivo de aprovar a reforma da previdência o mais rápido possível, a equipe do ministro da economia Paulo Guedes, pretende incluir os militares na pauta. Entretanto, o que é defendido pelo Palácio do Planalto foge das ideias do novo governo e segue o ideal defendido pela equipe do ex-presidente Michel Temer:  que os militares têm de ter um capítulo à parte, com mudanças por meio de projeto de lei complementar.

Na época do governo Temer, os militares pressionaram para ficar de fora da reforma da Previdência e conseguiram convencer o então presidente. Depois, aceitaram dar o que chamavam de “contribuições” para reduzir o déficit previdenciário deles. Entre as contribuições, estava fixar uma idade mínima e acabar com a integralidade do benefício na aposentadoria.

 

AF News/G1/Foto: Reprodução.

Brasil deixa pacto internacional de migração da ONU

Na noite da última terça-feira (8), por meio do seu Twitter, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou a saída brasileira do pacto internacional para migração, posto em prática pela Organização das Nações Unidas (ONU). Para argumentar a saída do acordo internacional, Bolsonaro escreveu no seu twitter que Brasil é soberano para decidir sobre migração.

Além disso, Bolsonaro completou seu discurso pela rede social. “Quem porventura vier para cá deverá estar sujeito às nossas leis, regras e costumes, bem como deverá cantar nosso hino e respeitar nossa cultura. Não é qualquer um que entra em nossa casa, nem será qualquer um que entrará no Brasil via pacto adotado por terceiros.”.

 

AF News/Foto: André Borges.

Parentes do ex-assessor de Flávio Bolsonaro serão ouvidos pelo Ministério Público do Rio de Janeiro

Parentes do antigo assessor e motorista do senador Flávio Bolsonaro, José Queiroz, serão ouvidos nesta terça-feira pelo MPRJ. ‘Queiroz’ foi citado em um relatório apresentado pelo Conselho de Controle de Atividades (Coaf). Os familiares serão ouvidos pelo Grupo de Atribuição Originária do Procurador-Geral de Justiça (GAOCRIM), dando continuidade às investigações do caso.

A defesa do ex-assessor e ex-motorista apresentou no dia 27 de dezembro atestados que comprovam enfermidade de José Queiroz. E afirmou ainda que ele se submeterá a cirurgia urgente. Essa é a 3ª ocasião em que o ex- assessor de Flávio Bolsonaro se não  presta depoimento ao Ministério Público.

 

AF News/G1/Foto: Reprodução

Paulo Câmara quer dialogar de maneira amigável com o governo de Bolsonaro

O recém-eleito para seu segundo mandato de governador do estado, Paulo Câmara (PSB), afirmou nesta segunda-feira (7) que pretende criar canais de diálogo com o governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Vamos buscar ampla relação com o governo federal, como sempre temos feito. Vou pedir uma audiência para apresentar os projetos do estado ainda hoje”, afirmou o Governador em entrevista ao jornal Bom dia Pernambuco.

Apesar de ter apoiado o candidato Fernando Haddad (PT) durante a campanha eleitoral, Câmara afirma que é preciso buscar diálogo com Bolsonaro, assim como mencionou no discurso de posse. “A eleição passou. Acabou. Agora a gente tem que trabalhar muito para Pernambuco. […]”, completou.

 

AF News/G1/Foto: Reprodução.

Previdência: Bolsonaro reajusta idade mínima para se aposentar

Nesta quinta-feira (3) em entrevista para o SBT, o recém-empossado presidente da República Jair Bolsonaro, afirmou novas medidas para a nova reforma do sistema previdenciário. A ideia é estabelecer de forma gradativa até o ano de 2022, a idade mínima para aposentadoria que passará a ser de 62 anos para homens e 57 para mulheres.

O projeto do novo governo contrapõe-se ao defendido pelo governo de Michel Temer, que previa idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, proposta esta alterada posteriormente pela comissão especial que analisou o projeto: 65 anos para homens e 62 para mulheres.

Segundo a administração do novo governo, em 3 anos o sistema previdenciário entrará em colapso, causando um déficit de R$ 308 bilhões aos cofres públicos.

 

AF News/Foto: Alan Santos.

Bolsonaro identifica movimentações incomuns no fim da gestão Temer

Nesta quinta-feira (3) o ministro-chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni relatou uma movimentação incomum de recursos e exonerações no fim do governo do ex-presidente Michel Temer (MDB).

Segundo o próprio ministro, o presidente solicitou o relatório de todos os gastos das secretarias federais dos últimos 30 dias para prestação de contas com a União.

“O grande volume de dinheiro causou estranheza”, afirmou Onyx depois de quase 3 horas de reunião com os atuais ministros e o recém-empossado presidente da República, Jair Bolsonaro. Além disso, o ministro relatou que Bolsonaro pediu para verificar o uso desse dinheiro.

 

AF News/Foto: Divulgação Casa Civil.