Festa da vitória do vereador Edsávio foi um sucesso em Gergelim

O Vereador Edsávio Coelho não poderia ter escolhido atração melhor para comemorar a festa da vitória, Erika Diniz e Mocidade Forrozeira, esse foi o sentimento do povo.  Ela que junto com atrações locais fizeram a animação da festa, banda para todos os gostos, uma mesclagem de forró atualizado, sofrência, sertanejo universitário e forró das antigas. A banda sabe como interagir com seu público, não faltou animação e disposição para alegrar a galera a noite toda. A festa foi lotação!

Edsávio bateu no peito com orgulho e disse que a festa seria a primeira de muitas que realizaria para o povo do Gergelim.

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Atualização do WhatsApp facilita envio de mensagens sem internet

Se você usa o WhatsApp no iPhone, provavelmente já tentou mandar uma mensagem quando estava sem sinal de internet e percebeu que o botão “enviar” estava desabilitado. Ao instalar a nova atualização do aplicativo, isso não vai mais acontecer.

O WhatsApp finalmente trouxe ao iPhone a capacidade de enfileirar mensagens que tentaram ser enviadas quando não havia rede disponível. Dessa forma, tudo que você escreveu e tentou mandar para um contato será devidamente enviado quando houver conexão com a internet.

O recurso já é um velho conhecido dos usuários do WhatsApp em smartphones com sistema Android, mas ainda era um inconveniente para donos de iPhones.

Além disso, o update do aplicativo traz mais duas novidades: o aumento do limite de envio simultâneo de imagens e vídeos, que passa de 10 para 30; e a possibilidade de consultar o tamanho de cada histórico de conversa e apagar suas mídias, mantendo o texto – o caminho para fazer isso é Ajustes > Uso de dados e armazenamento > Uso de Armazenamento.

A atualização no iPhone tem 91,8 MB e recomenda-se o download via rede Wi-Fi.

 

Ouricuri vivenciou a 1ª noite da Festa de Janeiro 2017

Forró da Pegada, Forró do Bob, Mala 10 Alça e Aviões do Forró abriram a Tradicional Festa de Janeiro de 2017 em Ouricuri nessa quarta-feira (25). A festa que contou com a presença expressiva de um grande número de pessoas no pátio de eventos teve inicio às 21 horas e prosseguiu até as 2h30.

A banda Forró da Pegada foi a primeira a se apresentar no palco, em seguida foi à vez de Bob, do Forró do Bob, Mala 100 Alça deu prosseguimento ao show e Aviões do Forró encerrou com “chave de ouro” a primeira noite do evento.

Confira a programação da Festa de Janeiro 2017 para esta quinta-feira (26):

Edvan Lima, Marcelo Lima, Luan Estilizado e Jonas Esticado.

(Imagem: Elismar Rodrigues) Fonte-Cariri Filho

Vereador Edsávio realiza festa da vitória em Gergelim

Para comemorar o seu sucesso nas urnas o vereador Edsávio Coelho (SD), convida a todos para a festa da vitória no distrito de Gergelim, que vai acontecer no domingo, 29. Será uma grande festa com Erika Diniz e Mocidade Forrozeira.

Edsávio diz que se sente muito realizado após ser escolhido para representar o distrito de Gergelim, e que vai honrrar essa confiança que o povo concedeu a ele.

Na cadeia, ex-goleiro Bruno carrega as chaves da própria cela

No Alto das Maravilhas, no meio de uma região de mata fechada encravada no município de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, há um presídio que só recebe condenados que cumprem pena em regime fechado. A penitenciária abriga hoje 175 homicidas, assaltantes, estupradores e traficantes, a maioria com mais de 18 anos de cadeia. Não há policiais, carcereiros ou seguranças armados. Quem vigia todas as portas da penitenciária, das galerias e das celas são os próprios detentos. Não há guaritas de vigilância. O presídio é administrado pela Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), uma organização não-governamental que cuida de outras 47 unidades semelhantes em quatro estados. A penitenciária foi construída em 2006 em parceria entre os governos municipal, estadual e federal. Hoje, abriga um dos detentos mais famosos do país. Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo condenado a 22 anos e 3 meses de reclusão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, carrega as chaves da própria cela e trabalha vigiando os demais detentos. Antes de chegar lá, Bruno passou por presídios convencionais, como o Nelson Hungria,  o maior de Minas Gerais, e o Complexo de Bangu, o maior do Rio de Janeiro. A VEJA, o ex-goleiro diz que as penitenciárias tradicionais, em vez de recuperar os presos, acabam por torná-los ainda mais perigosos. “O sistema convencional não recupera ninguém”, afirma (leia aqui a entrevista).

Todos os presos, inclusive os 113 do regime fechado, passam o dia fora das celas, nas oficinas e no pátio, onde têm livre acesso a serras elétricas, pés-de-cabra e tesouras para os trabalhos artesanais. No semi-aberto, há enxadas, picaretas e foices. Os 62 detentos do semiaberto se dividem entre oficinas, hortas e trabalho em empresas na cidade. A associação recebe ajuda do Tribunal de Justiça de Minas para capacitação de funcionários e gestores. Os presos fazem cursos como marcenaria, padaria, jardinagem, informática e pintura. A administração está concluindo uma fábrica de itens de segurança, como luvas e botas. Todos estudam: 90 condenados fizeram o Exame Nacional Ensino Médio (Enem) neste ano. Há biblioteca, ‘DVDteca’, computadores e internet para curso superior à distância. Os presos usam crachá, são chamados pelo nome, têm livre acesso aos diretores do presídio e são instruídos a reclamar sobre tudo o que desaprovam.

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A segurança interna é feita pelos detentos. O ex-goleiro Bruno é um dos mais novos seguranças do presídio. O jogador carrega todas as chaves das celas de um bloco com duas galerias, onde ficam 50 presos do regime fechado. Desde que chegou à unidade, há um ano e quatro meses, o goleiro fez seis cursos, incluindo os de soldador, jardineiro e pedreiro. Nesse período, ele ganhou a confiança dos colegas e da administração. “A Apac é uma obra de Deus: devolveu a minha dignidade, restituiu a minha família”, diz Bruno. O vizinho de cela do goleiro, Carlos Maick, condenado a 22 anos de reclusão por homicídio e roubo, concorda: “Eu só sabia pegar em revólver. Já cheguei a ficar numa cela com 25 presos e muitos tinham de dormir no banheiro. Agora, sou soldador, fiz o Enem e vou fazer faculdade. Se o Brasil adotar esse sistema, consegue desmantelar a indústria do crime”. Igor Lelis do Amaral, condenado a 23 anos de prisão por latrocínio, diz que o sistema penal convencional, por onde já passou, deseduca. “Aqui estou preso à minha própria consciência, a confiança é construída”, diz Igor.

O presídio conta ainda com os serviços de 40 voluntários. Além de não ganharem dinheiro para isso, alguns gastam do próprio bolso para trabalhar lá. É o caso de Hilton Ferreira Pena, vice-presidente da Apac, que ganha 1.600 reais mensais de aposentadoria. Ele é tratado por muitos presos como pai. Antes da construção da unidade, Hilton ajudou a fazer um abaixo-assinado para impedir que a penitenciária ficasse ali, próximo de sua casa. Depois, mudou de ideia em relação ao projeto. “Se algum recuperando está triste, vou lá e converso com ele. Meus filhos brigam comigo, porque fico aqui de domingo a domingo”, diz. Os candidatos a voluntário têm de fazer um curso que dura até quatro meses.

A Apac de Santa Luzia já registrou um incidente. Em 2012, seis presos fugiram do presídio, mas foram logo recapturados. Hilton diz que foi o único problema que a administração enfrentou. “Eles tinham acabado de chegar e não conheciam a metodologia”, diz. Hilton garante que nunca foram registradas tentativas de rebeliões ou motins e nunca teve morte no local. Além da delegação de poderes para os presos administrarem parcela do presídio, a associação tem 20 funcionários administrativos – alguns deles são ex-presidiários. A folha salarial é de 70 mil reais mensais. Juntando todos os custos, cada preso custa 913 reais por mês ao estado. O encarregado da segurança do presídio, Humberto Andrade Castro, defende que o modelo de gestão seja transformado em política pública. “A filosofia é a recuperação, a família organizada como suporte, a construção da vida do recuperando. Fazemos melhor, com um terço do que se gasta em outros presídios convencionais.” Ele diz que o índice de reincidência criminal na unidade de Santa Luzia é de 23%, menos da metade da média geral de Minas Geral, calculada em 51% por uma pesquisa da socióloga Roberta Fernandes Santos, do Centro de Pesquisa em Segurança da PUC/MG, feita em 2015.

O modelo das Apac’s já se reproduz por oito estados e inspira autoridades de outros países que vêm ao Brasil para conhecer o projeto. A última visita foi de autoridades do Chile, no fim do ano passado. Humberto foi funcionário de penitenciária comum. “Lá, no presídio convencional, no primeiro dia de trabalho me deram um pedaço de pau: ‘Isso aqui é um porrete e aquilo lá é um preso’, me disseram. No presídio convencional, eu cuidava de números. Aqui, cuido de pessoas”, diz Humberto. Ele conta que a Apac já recebeu pessoas ligadas a facções criminosas. Nesses casos, há um acompanhamento especial do preso. Por uma razão: assim que um membro de uma facção assume o compromisso de não mais atender ao crime, ele passa a correr risco de morte se retornar ao sistema tradicional. Para ingressar no presídio, o candidato assina um “termo de responsabilidade” e envia uma carta ao juiz de execuções penais, pedindo a transferência e se comprometendo com a filosofia da instituição. O preso passa por avaliação sobre sua situação familiar, mental, jurídica e social. Eles não podem chamar os colegas por apelido nem usar drogas ou telefone celular. A entidade prega a valorização do ser humano da família e da espiritualidade. Há local para orações, para qualquer religião. No local há campos de futebol, quadras esportivas e até uma academia de ginástica.

Os presos são obrigados constantemente a fazer exame de toxicologia. Os detentos podem fazer três ligações telefônicas semanais monitoradas para a família, de cinco minutos cada. A comida feita pelos presos é também servida aos funcionários administrativos, à direção do presídio e aos juízes, procuradores e demais autoridades que visitam o local. Os presos usam talheres de inox e copos de vidro. As celas têm 40 metros quadrados, cinco camas com colchões, ficam abertas das 6 às 22 horas. Cada cela é divida, no máximo, por cinco presos. E há revezamentos entre eles, para evitar formação de grupos. Há chuveiros quentes e vasos sanitários. As camas são de cimento e têm colchão, travesseiro e lençóis. Não há uniformes – os presos só são obrigados a usar crachás de identificação. As câmeras de vigilância ficam somente na área externa do presídio. À noite, os presos se juntam para ver televisão. As visitas íntimas ocorrem duas vezes por mês e podem durar uma noite inteira, desde que seja para o fortalecimento da família. Os visitantes passam pelo detector de metais e não são constrangidos com o toque íntimo. O advogado e teólogo Valdeci Antônio Ferreira preside a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados, que congrega as Apac’s. Ele não vê saída para o sistema penitenciário nacional sem que a sociedade civil participe. “Sem o envolvimento da comunidade, você não tem nenhum resultado na recuperação. Essa metodologia não nasce por decreto, por desejo de alguma autoridade, é resultado da participação da comunidade.” Valdeci credita o sucesso do voluntariado nos presídios ao idealizador da Apac, o advogado Mario Ottoboni.

 

Pastor Valdemiro consegue arrecadar R$ 8 milhões em campanha

O apóstolo e líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago conseguiu arrecadar os R$ 8 milhões que havia pedido aos seus fiéis para ajudar a manter seu canal de TV de acordo com informações da coluna de Ricardo Feltrin, na UOL.O apóstolo e líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago conseguiu arrecadar os R$ 8 milhões que havia pedido aos seus fiéis para ajudar a manter seu canal de TV de acordo com informações da coluna de Ricardo Feltrin, na UOL.

As últimas semanas não foram fáceis para o pastor. No dia 8 de janeiro, o pastor foi esfaqueado no pescoço durante um culto em uma igreja em São Paulo. Depois disso, ele foi resgatado com mais dois homens após ficar à deriva por quase 15 horas em um barco em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

Valdemiro começou a campanha para as doações depois de ter sofrido a tentativa de assassinato. Depois, em um de seus programas no seu canal de TV, o pastor lançou um desafio para que 8.000 seguidores doassem R$ 1.000 para ajudar na tele-evangelização. Ainda de acordo com informações do colunista, a meta já havia sido superada desde da semana passada.

Não existe dados sobre o número exato de fiéis da igreja de Valdemiro. A última mensuração oficial (do IBGE) data de 2010 e apontava então 315 mil fiéis. A igreja está presente em cerca de 20 países.

 

Apresentador chama cantora de macaca e é afastado

O apresentador do programa Balanço Geral, da TV-Record, em Brasília, foi afastado, ontem, da emissora por cometer crime de racismo. Ele chamou a cantora Ludmilla de “macaca”. Veja abaixo a nota da emissora e a repecurssão do caso.

“A Record TV vem a público lamentar os transtornos causados à cantora Ludmilla, sua família e seus fãs motivados por um comentário feito pelo apresentador Marcão no Balanço Geral DF. A Emissora repudia qualquer ato dessa natureza e afirma que este tipo de conduta não está na linha editorial de nosso Jornalismo. Por este motivo, a Record TV Brasília optou por rescindir o contrato do apresentador Marcão.”

O empresário de Ludmilla, Alexandre Baptestini, informou ao jornal Correio Braziliense que a funkeira vai entrar com um pedido de prisão de Marcão do Povo, que está à frente programa Balanço Geral do Distrito Federal. O apresentador chamou a cantora de “macaca” ao comentar uma reportagem do quadro A Hora da Venenosa.

O apresentador falava a respeito de uma notícia sobre Ludmilla supostamente ter combinado com o garçom de um restaurante carioca para que ele mentisse que ela estava gripada para evitar que os fãs se aproximassem para tirar fotos. “É uma coisa que não dá para entender. Era pobre e macaca. Mas pobre pobre mesmo”, disse Marcão.

Ludmilla publicou no Instagram uma nota sobre o assunto:

O perfil do Twitter do programa Balanço Geral DF chegou a publicar uma sequência de mensagens na tentativa de amenizar a situação e disse que o intuito do apresentador não era ofender a ninguém, já que ‘macaca’ é um termo regional. O perfil foi deletado nesta quarta-feira. Veja as mensagens:

“Referente ao caso que está sendo divulgado nas redes sociais e em alguns veículos, a RecordTV Brasília e o Balanço Geral informam que não apoiam quaisquer tipo de preconceito, independente de qual seja. Temos a plena certeza de que o apresentador @MarcaoTV apenas utilizou uma expressão regional para se manifestar, sem o intuito de ofender a cantora Ludmilla ou qualquer outra pessoa. Houve apenas uma troca do adjetivo que acompanha a palavra. A expressão em si é amplamente utilizada em estados do Centro-Oeste”, diziam os tweets.

Após contato da reportagem, a assessoria de imprensa da cantora informou que o departamento jurídico tomara todas as medidas legais cabíveis. A funkeira também já processou a apresentadora Val Marchiori por comentários racistas. Durante uma transmissão de Carnaval, a socialite disse que Ludmilla tinha  “cabelo de Bombril”.

Programação oficial da festa de janeiro em Ouricuri é divulgada pelo Prefeito Ricardo Ramos, veja!

Foto – Daniel Lopes Araripina em Foco

Foi divulgada nesta terça-feira (17), pelo Prefeito de Ouricuri Ricardo Ramos, a programação oficial da edição 2017 da Festa de Janeiro, o evento mais tradicional do município. São 16 atrações em quatro dias de festa nos dois palcos principais e mais quatro atrações no polo do esquenta na Praça Frei Damião sempre a partir das 17h00minhrs, e a finalização será com um encontro de paredões interligados no dia 29 de janeiro. Serão quatro atrações por noite, em shows em espaço público, do dia 25 a 28 de janeiro.

A festa começa no dia 25 com Aviões do Forró, Mala 100 Alça, Forró do BOB e Forró da Pegada. No dia 26 se apresentam Jonas Esticado, Luan Estilizado, Marcelo Lima e Edvan Lima. Dia 27 haverá shows com O Encontro de Vozes (Batista Lima/Edson Lima), Samyra Show, Lucas Barão na Farra e Ângela Espíndola. Já no dia 28, o público curte as apresentações de Gustavo Lima, Brasas do Forró, Banda Shock e Jorge do Acordeom.

Galvão Bueno passa por problemas financeiros

Mesmo com um dos maiores salários da TV brasileira, o apresentador Galvão Bueno está com problemas financeiros. Apenas em um banco, sua dívida é de 30 milhões de reais.

Atualização: Galvão Bueno escreveu para a coluna. Um resumo do texto: “O O Grupo Galvão Bueno possui investimentos de longo prazo que demandam capital intensivo no período de sua implantação. A participação de capital de terceiros em paralelo ao próprio é, portanto, não só normal como determinante em negócios dessa natureza. A Bueno Wines (que tem operação própria e participação acionária em uma vinícola líder nacional) continua ampliando investimentos no mercado brasileiro de vinhos.⁠⁠⁠⁠

Novo golpe no WhatsApp promete mostrar quem viu sua foto

Um novo golpe do WhatsApp promete mostrar quem visualizou suas fotos e status. Em duas semanas, mais de 60 mil dispositivos foram infectados. As informações são do ‘Olhar Digital’.

De acordo com o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, o modo de atuação do golpe não é novo. “Os cibercriminosos tentam enganar os usuários do WhatsApp para que eles se inscrevam em serviços de SMS premium”, explica.

Os criminosos prometem ativar o novo recurso quando o usuário compartilhar o link com dez amigos ou cinco grupos. Depois disso, é preciso inserir dados de contato, que resulta na inclusão da linha em um serviço pago.

Uma das novidades em relação a outros golpes é a modificação do código-fonte da página, que dificulta a análise.

A recomendação é para que os usuários fiquem atentos às mensagens do WhatsApp e não cliquem em links que contenham informações suspeitas, independentemente de quem as tenha enviado.

(Catraca Livre)