28 receitas de sanduíches naturais para uma refeição rápida e saudável

Com a correria do dia-a-dia é natural que muita gente não tenha mais tempo para ir para a cozinha e preparar algo para comer. Muitas vezes pedir uma comida pronta é muito mais rápido e fácil do que se dedicar ao preparo de uma receita.

No entanto,  nem toda receita é difícil e demorada. No caso dos sanduíches naturais, alguns ficam prontos em menos de 5 minutos e podem ser feitos com ingredientes simples e que com certeza você vai ter em sua geladeira.

Além de receitas fáceis e adaptáveis aos ingredientes disponíveis em sua casa, essa é uma opção de refeição saudável e ideal para dias quentes, já que são leves e na maioria das vezes frias. É possível também adaptar o seu sanduíche para o seu tipo de dieta com os ingredientes que preferir.

Essas receitas podem ser consumidas no almoço, lanche ou jantar, já que apresentam todos os nutrientes que essas refeições precisam ter, com o bônus de serem muito práticas. Existe também a possibilidade de fazer o sanduíche natural no dia anterior e levar para o trabalho, faculdade ou passeios.

Para quem ainda é iniciante na cozinha ou não gosta de perder tempo, as receitas de sanduíche natural são ideais. Elas não são complicadas e são muito rápidas, além de saudáveis. Confira abaixo as receitas que o AF Mulher preparou para vocês:

Sanduíches de frango

1. Sanduíche de frango molhadinho: uma ótima opção para dias bem quentes por ser um lanche gelado e rápido de fazer. A textura é cremosa e pode ser adaptado para versões lights, substituindo por pão integral e a maionese por iogurte natural.

2. Sanduíche de frango com uva passa: nutritivo e saboroso, esse lanche é uma refeição completa e pode substituir o almoço ou jantar. O toque especial fica por conta da uva passa, ideal para quem gosta de uma lanche com sabor agridoce.

3. Sanduíche rápido de frango: uma ótima opção para reaproveitar o frango assado de padaria. Rápido, prático e delicioso.

4. Sanduíche de frango com ricota: informações.

5. Sanduíche de frango com ricota: uma receita um pouco mais demorada de ser feita, mas que vale muito a pena. O segredo para agilizar é fazer uma boa quantidade de frango e creme de ricota, deixar na geladeira e consumir durante alguns dias.

6. Sanduíche de frango, ricota, cenoura e passas: um sanduíche muito prático e com sabor agridoce e único. As passas são hidratadas durante a marinada resultando em uma textura leve. Vale muito experimentar.

7. Sanduíche de frango, limão siciliano e abobrinha: essa receita prova que sanduíches também podem ser sofisticados. O frango é cozido inteiro e depois fatiado, o que resulta em uma textura muito suculenta. As abobrinhas não são cozidas, apenas marinadas e o limão siciliano dá um toque especial. Uma clássica combinação mediterrânea.

8. Sanduíche de frango e cottage: uma receita nutritiva e que cabe na dieta. O sanduíche leva além de frango e cottage, brotos de alfafa, cenoura ralada e tomate.

9. Sanduíche de frango com maionese de abacate: o abacate é um ótimo ingrediente para se fazer uma maionese nutritiva e sem lactose. O frango dessa receita é grelhado e fica bem sequinho.

10. Sanduíche de salpicão agridoce: uma ótima maneira de aproveitar as sobras do salpicão é fazer um sanduíche natural. A autora da receita recomenda adicionar alface, cenoura e beterraba ralada, mas você pode adicionar os vegetais de sua preferência.

Oxford: saiba como usar este modelo de calçado cheio de conforto e estilo

Os sapatos Oxford, têm conforto e elegância. Eles podem ser a melhor alternativa para o ambiente de trabalho que não exige tanta formalidade e também para um passeio de fim de semana.

Entre os modelos de calçados sem salto, se destaca o modelo Oxford. A principal característica deste modelo é ser inspirado nos calçados masculinos, e serem ajustados por cadarços. O modelo ficou conhecido e recebeu este nome por ser hit entre os alunos da universidade de Oxford, na Inglaterra.

É comum encontrar modelos das mais variadas cores, e até mesmo estampados. Atualmente, este calçado recebeu releituras, sendo produzidos modelos em cores metálicas e também adicionando as plataformas, seguindo a tendência das flatforms.

Como usar Oxford

Este modelo de calçado pode funcionar como um verdadeiro coringa, aliando conforto e estilo. Confira abaixo as dicas que o AF Mulher elaborou para vocês.

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O jeans é muito democrático e oferece muita facilidade para criar combinações. Sobre uma sugestão de modelo para combinar com o calçado, essa composição é a mais fácil, basta eleger um jeans skinny dobrar a barra e sair por ai.

Oxford com shorts

Para os dias quentes, os shorts oferecem frescor e conforto ao mesmo tempo. A combinação da peça de roupa com os calçados Oxford, são levemente femininas e ótimas opções para alongar a silhueta.

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Os tecidos da peça podem ser desde os mais comuns como o jeans, passando pelos mais fininhos com caimento, até o couro. Sobre a inserção da terceira peça; compor com jaquetas, blazers ou moletons equilibra a silhueta e deixam o look moderno.

Oxford com saia

A ideia inicial da combinação do Oxford com saia é um look romântico e delicado. Mas essa delicadeza pode ser contraposta pelas cores escuras e tecidos mais pesados, como o couro, por exemplo.

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As saias mais rodadas (plissada, ou caimento A) ou retas e mini ficam ótimas com esse sapato, já as lápis e as midi saem da zona de conforto e vai direto para a street style, por isso prestem bem atenção com o modelo de saia escolhido para combinar com o Oxford. Para ainda alongar a silhueta, O AF Mulher indica a opção do Oxford na cor nude.

Zeca Dirceu diz que solicitação da PGR para investigá-lo é “descabida”

O deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) classificou como “descabida” a solicitação da Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal para investiga-lo no âmbito do esquema de corrupção da Petrobras. Zeca Dirceu é filho de José Dirceu, condenado na Operação Lava Jato e que está preso há mais de um ano em Curitiba.

Em nota divulgada na manhã de hoje (4), a assessoria de imprensa do deputado informa que nunca houve nenhum tipo de negociação do parlamentar junto às diretorias da Petrobras ou outras empresas investigadas na operação.

“Não existe sequer uma única ligação, e-mail, contato, agenda de reunião, testemunho, delação ou coisa parecida em relação a qualquer atitude do parlamentar”, diz a nota.

Nesta segunda-feira (3), o sistema processual do Supremo recebeu um pedido da Procuradoria Geral da República para investigar Zeca Dirceu. O pedido foi protocolado no último dia 30 e será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no STF.

Zeca Dirceu foi eleito deputado federal pelo Paraná em 2010 e reeleito em 2014. A nota de sua assessoria reitera que todas as doações recebidas em campanhas foram legais, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral “sem ressalvas”.

O parlamentar finaliza a nota dizendo que acredita no Supremo e no arquivamento do pedido de investigação feito pela PGR. Ele esclarece ainda que está à disposição da Justiça para qualquer esclarecimento que se faça necessário.

Reposição hormonal: uma terapia sob suspeita

Na década de 80, a terapia de reposição hormonal (TRH) tornou-se panaceia. Nós, médicos, acreditávamos que esse tipo de conduta prevenia doenças – inclusive cardiovasculares e alguns tumores – prolongava a juventude e mitigava os desagradáveis sintomas da menopausa.
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A partir do fim dos anos 90, a literatura médica mudou o paradigma. Vou citar aqui o mais importante dele. Em 2002, o National Institute of Health, dos Estados Unidos, UA, abriu um braço de sua pesquisa irrefutável pela metodologia e pela ausência de conflito de interesses, para mostrar que a TRH não reduzia o risco de doenças cardiovasculares e, em alguns casos, notava-se até um aumento considerável. Além disso, confirmou o impacto no aumento de risco de casos de câncer de mama. Esse estudo deu início a um processo de reavaliação do conceito e do uso de hormônios após a menopausa. A TRH, então, caiu no limbo, por assim dizer.
Como é hoje
Atualmente, digo que buscamos o bom-senso. Um meio termo, distante de radicalismos. Evitamos a indicação da reposição combinada contínua de estrógeno e progesterona. Ela é prejudicial para as mamas. Mas há boas alternativas. A comunidade científica estudou o efeito de outros hormônios, doses mais baixas de compostos e vias diferentes de administração.
Os problemas são, de certa forma, tratados de forma mais particular. A atrofia vaginal pode ser tratada com cremes, laser de CO2 e radiofrequência. As ondas de calor, com fitoterápicos. Hoje, damos extrema importância ao impacto do estilo de vida. Uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos, são coadjuvantes fundamentais nesse processo. Esses hábitos evitam ou amenizam os problemas que podem tornar o processo do envelhecimento mais sofrido – o sobrepeso e a osteoporose, por exemplo.
Em síntese, as mulheres devem, sem angústia, discutir com seu médico os riscos e benefícios do tratamento, e somente usar a reposição se for necessária para diminuir sintomas da menopausa, pelo menor tempo possível e na menor dose.
Meu pai, o saudoso dr. Pinotti, dizia que é preciso manter a permanente dúvida descartiana. A dúvida deve estar na mente de qualquer pesquisador. Assim como o ditado francês: “Na medicina como no amor, não há sempre nem nunca.

Vote: Qual jovem ator se destacou em ‘Velho Chico’?

Em sua última semana no ar, Velho Chico se encerra como um título que fez boas escolhas de elenco, tanto de veteranos, quanto jovens talentos. Nomes conhecidos como Camila Pitanga e Rodrigo Santoro atuaram, nas diferentes fases do folhetim, com atores estreantes ou pouco conhecidos do público, que ganharam projeção com a trama de Benedito Ruy Barbosa.

Na primeira parte da trama, dois atores se destacaram: Pablo Morais, 23 anos, na pele de Cícero na juventude, e Renato Góes, 29, como Santo. Em seguida, os personagens seriam encabeçados pelos veteranos Marcos Palmeira e Domingos Montagner, respectivamente.

A novela rendeu a Morais o papel do pescador Nuno, em Sol Nascente, nova novela das seis. Enquanto Góes emplacará mais uma trama na faixa das nove, com a próxima aposta da Globo, A Lei do Amor. Na produção, o ator pernambucano interpretará Gustavo, um motoqueiro charmoso e com cara de bad boy.

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Apesar de conquistar destaque com Velho Chico, Morais e Góes já haviam feito pequenos papéis na Globo, ao contrário de Lee Taylor (intérprete de Martin) e Lucas Veloso (Lucas), que experimentaram na novela seus primeiros passos na dramaturgia da emissora.

Taylor, 32 anos, circulava pelo teatro e pelo cinema, e chegou a atuar em séries da HBO. Em Velho Chico, ele encarou atores de carreira consolidada, como Antonio Fagundes e Selma Egrei. Já Veloso, 19, estreou na novela no mesmo ano da morte de seu pai, o humorista Shaolin. Dele, o ator herdou o tom alegre, que fez seu personagem Lucas passar de namorado traído para queridinho do público.

Lua Negra acontece nesta sexta. Conheça sua verdadeira história

A Lua Negra, “fenômeno” que acontece na noite desta sexta-feira (30), está enlouquecendo a internet. O motivo, no entanto, não passa de uma coincidência. “Enquanto a Lua Azul é a segunda Lua cheia de um mês, a Lua Negra é o nome dado à segunda Lua nova no mesmo mês. É apenas uma coincidência de calendário; nada muda no céu”, afirma Gustavo Rojas, astrônomo e físico da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). “É importante lembrar que não, em nenhuma das ocasiões, a Lua muda de cor”, afirma o astrônomo.

A última vez que a Lua Negra aconteceu foi em março de 2014 e a próxima ocorrência está prevista apenas para agosto de 2019. No Brasil, o “fenômeno” acontecerá às 21h12, mas não poderá ser visto no céu: assim como qualquer Lua nova, sua face iluminada não estará voltada para a Terra.

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De acordo com Rojas, mesmo que a Lua Negra não tenha, exatamente, nada de peculiar, ela atrai muita atenção de pessoas que seguem a religião wicca, realizam rituais ou acreditam na influência da Lua – graças ao nome que é dado a ela. Do ponto de vista astronômico, no entanto, o evento não passa de uma Lua nova comum e não é considerado tão raro – já que acontece a cada dois anos, aproximadamente. Uma dica é aproveitar para observar os astros. “Assim como qualquer Lua nova, a Lua Negra não aparece no céu e isso facilita a observação de estrelas”, afirma Rojas.

Mas, o que essas luas têm de interessante? A história. O Farmer’s Almanac foi uma publicação centenária americana; nela, os escritores nomearam a terceira Lua cheia (de uma sequência de quatro em uma mesma estação) de Lua Azul. Esta foi a primeira denominação criada para a ocorrência de um tipo de lua. De acordo com Rojas, a partir desse almanaque as pessoas passaram a nomear a ocorrência de outras luas – e, assim, surgiu a Lua Negra.

A história da Lua Azul

“No século XIX, para contar os meses de uma estação e se preparar para a entrada da próxima, as pessoas utilizavam as Luas: como o ano possui quatro estações distintas e temos 12 meses, cada estação teria 3 meses. Para saber quando a estação iria mudar, eram contados os números de Luas cheias; a cada três Luas cheias, mudava a estação – e a terceira Lua, portanto, anunciava essa mudança”, explica Daniel Mello, astrônomo do Observatório do Valongo, da Universidade federal do rio de Janeiro (UFRJ).

O problema é que a contagem de períodos lunares é de 29 dias, enquanto nossos meses têm entre 30 e 31 dias. Isso fez com que, em determinadas estações, ao invés de três luas, quatro Luas cheias participassem de um ciclo – ou seja, a terceira lua não era exatamente a que anunciava a entrada da próxima estação. A essa lua específica (a terceira de uma sequência de quatro luas) foi dado o nome de Blue Moon. “No inglês antigo, o nome dado à Blue Moon não significava Lua Azul, mas sim Lua Traidora: justamente porque não anunciava o final de uma estação, mas ‘enganava’ as pessoas. A tradução original foi perdida com os aprimoramentos da língua e substituição do termo original por ‘blue’ (azul, em inglês). Assim, hoje a chamamos de Lua Azul”, disse Mello.

A partir de meados do século XX, um astrônomo amador confundiu a denominação original da Lua Azul e acabou por apelidar a segunda Lua cheia de um único mês de Lua Azul: isso fez com que, dentre as denominações, existissem dois “tipos” de Luas Azuis – a da denominação original, e a nova denominação astrônomo amador (mais utilizada por cientistas atualmente).

Como Afrânio, Antonio Fagundes tira a peruca e comove o público em sequência de ‘Velho Chico’

Afrânio foi o grande nome do capítulo de Velho Chico desta terça-feira, dia 27/9. A aparição do personagem sem a peruca do Saruê próximo ao fim da novela surpreendeu o público, que ficou comovido com a sequência em que o coronel vai em busca de seu filho. A brilhante atuação de Antonio Fagundes foi igualmente e amplamente elogiada.

Além disso, os internautas se emocionaram quando Martim (Lee Taylor) descobriu que está morto. Nas cenas, o personagem fica extremamente sensibilizado ao lembrar uma linda história que viveu com seu pai.

O auge chegou quando Afrânio procurou desesperadamente por Martim, se libertando da couraça de coronel. Ali, ele confessou a Martim todo seu arrependimento e garantiu que poderia ter sido uma pessoa melhor. E quando o fotojornalista apareceu ao som de “Monte Castelo”, de Renato Russo, dando a sensação de que, finalmente, encontraria seu pai, os comentários nas redes sociais exprimiam todo o envolvimento do público.

Para sempre dos Anjos

E como não poderia deixar de ser, todas as cenas que retratavam Santo (Domingos Montagner) foram emocionantes, conforme a opinião dos internautas, que fizeram questão de exaltar a emoção que os comoveu nas cenas que mostraram o olhar do personagem.

Evolução do homem depende mais de sexo que de vida longa, diz livro

O que os achaques típicos da idade avançada entre os homens – de males da próstata, perda de massa muscular, níveis de testosterona baixo, aumento de adiposidade, até disfunção erétil, calvície e uma vida mais curta do que a das mulheres – revelam sobre a história evolutiva da espécie humana?

Em seu livro recém-lançado nos Estados Unidos, o antropólogo biológico Richard Gutierrez Bribiescas aborda questões que têm sido relegadas pela pesquisa científica: como a seleção natural configurou o processo de envelhecimento nos homens; como a teoria da evolução pode afetar o saber sobre a saúde e bem-estar masculinos; e como os homens mais idosos contribuíram para o desenvolvimento de certos traços que nos tornam humanos?

De forma informativa e divertida, How men age – What evolution reveals about male health and mortality (Como os homens envelhecem – O que a evolução revela sobre a saúde e mortalidade masculina) descreve como os desafios encarados pelos machos humanos no passado evolutivo determinaram o modo como atualmente eles envelhecem.

Em entrevista à DW, Bribiescas explica por que, para a evolução biológica, a reprodução é mais importante do que a longevidade: “Enquanto tivermos espécies reprodutoras, teremos velhice e morte.” E fala da relativa fragilidade masculina e da tendência dos jovens de fazer besteiras.

DW: Logo no início de seu livro How men age, o senhor quase brinca: por que nós sequer ainda envelhecemos e morremos? Por que não atingimos a imortalidade – algo que está no topo da lista dos tecnologistas de Silicon Valley? No entanto, envelhecer faz parte da vida de homens e mulheres, e é até saudável, não?

Richard Bribiescas: É sim. O pressuposto é que a seleção natural deveria preferir os organismos que vivem para sempre. De fato, o biólogo [e Prêmio Nobel da Medicina] Peter Medawar colocou essa questão. A resposta breve é que a evolução não seleciona para a longevidade, mas sim para a reprodução. Enquanto tivermos espécies reprodutoras, teremos velhice e morte. Mas isso é o que me deixa confuso: somos uma espécie que se reproduz sexualmente. Isso nos distingue dos organismos unicelulares, como as bactérias, que possuem uma forma de imortalidade. No entanto, quanto mais nos reproduzimos, mais nós – homens e mulheres – aceleramos o processo da velhice e morte. O tempo e energia empregados no “esforço reprodutivo” são onerosos para os nossos corpos. Então, por que fazê-lo? Bem, se você não reproduz, mesmo tendo genes ou características que prolonguem seu período de vida, essas características não serão transmitidas, e se extinguirão. Quando falamos de seleção natural, estamos nos referindo a três condições básicas que Charles Darwin estabeleceu lá naquela época. Uma é a necessidade de uma característica variável, seja longevidade, altura ou qualquer outra coisa. A outra é esse traço ser herdável, de forma a poder ser transmitido de uma geração à próxima. A terceira condição é um sucesso reprodutivo diferencial: certos organismos devem ser mais bem sucedidos do que outros em passar adiante esses genes. Mas não é tanto para o bem da espécie: é mais em termos de nossa própria fertilidade e sobrevivência. Uma forma de ver isso é que todos os organismos, inclusive os humanos, precisam alocar dois recursos primários: tempo e energia. E, de diversas maneiras, longevidade é simplesmente outro recurso, como energia, que precisamos alocar, de forma a passar os nossos genes para a próxima geração.

Seu livro foca no envelhecimento masculino, fala do efeito dos idosos sobre a evolução, no embate força bruta versus poder cerebral. Em termos do cérebro, há riscos de saúde a que os homens estejam mais propensos? Além de doenças como o câncer da próstata, por exemplo, eles estão mais expostos ao mal de Alzheimer e outro tipo de degeneração cognitiva?

Homens e mulheres morrem das mesmas causas. É só que os homens são mais suscetíveis e mais frágeis quando contraem essas doenças. Quando se trata de Alzheimer e degeneração cognitiva, eles são menos capazes de se recobrar desses abalos. As razões não estão esclarecidas, só parece que – quer se trate de câncer, doenças cardiovasculares, degeneração cognitiva – os homens são menos resistentes a essas formas comuns de mortalidade do que as mulheres.

O senhor também enfatiza que os homens têm vida mais breve, embora soframos de moléstias semelhantes, seja câncer da próstata ou da mama. Por que os homens vivem menos?

Há um número de hipóteses e provavelmente fatores múltiplos determinam a vida masculina mais curta. Também se pode virar a questão e perguntar: “As mulheres têm uma duração de vida prolongada?” E aí a resposta é igualmente incerta. Sabemos que na juventude a testosterona sustenta o esforço reprodutivo, mas também compromete o sistema imunológico masculino. Tanto em humanos como em outros organismos, tirando-se a testosterona do sistema os machos se tornam mais resistentes e se recuperam mais rapidamente de infecções. Então, retornando à ideia de que tempo e energia são limitados, os homens queimam diariamente mais energia do que as mulheres. Isso tem um custo: toda essa energia gasta para manter corpo e alma coesos, e sustentar a massa corporal, é energia que não serve ao sistema imunológico ou à reconstituição dos tecidos. E há uma quarta razão: entre os 15 e 25 anos de idade, observa-se um grande pico de mortalidade entre os homens. Pela razão que seja, há uma maior tolerância de risco: machos jovens fazem coisas estúpidas. Isso é o que torna a coisa tão interessante: não se trata apenas de genes e biologia, há também fatores ambientais.

Uma questão se impõe: por que se concentrar nos homens, num momento em que há tanta discussão sobre identidades sexuais na sociedade, os papéis femininos cambiantes – no trabalho e como sujeitos de risco –, e tudo isso seguramente terá um efeito evolutivo.

Com toda certeza. Uma coisa que deixo claro em meu livro é que muito é focado nos machos heterossexuais, e não é porque eles sejam especiais ou deva haver um foco exclusivo sobre eles. Mas o fato é que simplesmente não existe um corpo de pesquisa muito robusto sobre os homens homossexuais ou com outras identidades sexuais. E isso é algo que precisa ser abordado. Também há gente que se submete a uma redefinição do sexo. Isso teria um efeito evolutivo? O fato de dispormos da tecnologia e da possibilidade de redefinir o sexo e que temos uma comunidade crescente de indivíduos transexuais, é muito importante e que merece atenção. Numa escala cronológica evolutiva, contudo, é um fenômeno muito recente. Mesmo antes de entrarmos num mundo da redefinição sexual e dos transexuais, estava claro que existe um amplo espectro de identidades sexuais para os machos humanos. O problema é que não temos um corpo científico volumoso sobre esses indivíduos, o que é uma pena e precisa ser corrigido. E estamos fazendo isso: nós reconhecemos que há mais de um modo de ser homem. Muito disso é específico das sociedades ocidentais industrializadas, e o fenômeno dos machos transexuais é muito recente, mas definitivamente merece mais atenção.

Mulher beija outro na despedida de solteira, vídeo viraliza e casamento é cancelado

A história de Emma Ayala está contada nas redes sociais da web com a hashtag #LadyCoralina. A expressão faz referência ao Coralina Bar, onde Emma participou de uma festa na piscina durante sua despedida de solteira.

Emma estava com cinco amigas em resort de Playa del Carmen (México) quando acabou beijando um rapaz que acabara de conhecer. O flagrante foi parar nas redes sociais e o casamento foi cancelado.

Pablo Torres Gandara, o noivo, tomou conhecimento do vídeo e o relacionamento chegou ao fim, de acordo com a imprensa local.

De O Globo segue link >>>

Cresce em 50% número de gestantes do Bolsa Família com auxílio adicional

Uma integração de sistemas fez com que o Ministério da Saúde identificasse quase 125 mil grávidas do Bolsa Família que não estavam recebendo o Benefício Variável Gestante, vinculado ao programa. Este auxílio é pago, em nove parcelas de R$35, às grávidas que recebem o Bolsa Família.

As beneficiárias foram identificadas com a integração do Sisprenatal – sistema desenvolvido para acompanhamento das gestantes do Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento, com o Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde. Em muitos casos, a mulher era acompanhada pela rede pública de saúde, mas não eram identificadas como beneficiárias do Bolsa Família.

Do total estimado de gestantes no Bolsa Família em todo o Brasil (484.182), 76% (371.350) foram identificadas e recebem o auxílio adicional. A identificação das grávidas representa um incremento de 50% no número de gestantes do Bolsa Família acompanhadas pelo SUS, com relação aos seis últimos meses do ano passado.

Segundo o Ministério da Saúde, a união desses dados contribuiu para a maior localização de gestantes do Bolsa Família para concessão do Benefício Variável Gestante. O benefício pode ser solicitado assim que a mulher iniciar o acompanhamento pré-natal com a equipe de atenção básica de saúde no município.
O Programa Bolsa Família é um programa federal de transferência de renda com condicionalidades destinadas às famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, no qual o recebimento do auxílio está vinculado ao cumprimento de compromissos assumidos pelas famílias e pelo poder público nas áreas de saúde, educação e assistência social.