O que você achou do debate entre os candidatos Aluízio e Raimundo?

Estamos fazendo essa pergunta para que cada pessoa que ouviu o debate entre os candidatos a prefeito de Araripina, possam dar sua opinião.

As propostas dos candidatos foram de acordo com o que você araripinense espera para um bom gestor?
Em que ponto os candidatos acertaram e erraram?

Saúde?
Educação?
Infraestrutura?
Esporte, Cultura e Lazer?
Trânsito da cidade?
Obras federais?

Dê a sua opinião, fale o que você queria ter visto no debate.

Alvos da Lava Jato pagaram para escritório de mulher de Toffoli

Um consórcio firmado entre as empresas Queiroz Galvão e Iesa, suspeito de repassar propinas de 1 bilhão de reais no âmbito do petrolão, fez pagamentos em 2008 e 2011 no total de 300.000 reais ao escritório Rangel Advocacia, cujo sócio até 2007 era o ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli. As informações foram divulgadas na edição desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo. A partir deste ano, a empresa passou a pertencer à mulher de Toffoli, Roberta Rangel.

O contrato é alvo de investigação na última fase da Operação Lava Jato, batizada de Resta Um, e teve duração de quatro anos, entre 2007 e 2011. De acordo com o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, a propina correspondia a 2% do valor inicial do contrato, de 627 milhões de reais. Os repasses ilegais foram divididos entre o também ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (1%), o PT (0,5%) e integrantes da diretoria de Serviços da Petrobras (0,5%).

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O contrato com a Petrobras foi assinado no mesmo ano de criação do consórcio para realizar obras na refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro.

De acordo com o jornal, o valor, que se atualizado pela inflação totaliza 455.000 reais, foi pago em duas parcelas: a primeira, de 150.000 reais, em 2008, e a segunda, também de 150.000 reais, em 2011. Obtido sem licitação, o contrato teve dezesseis aditivos que elevaram seu valor para pouco mais de 1 bilhão de reais – um aumento de cerca de 60%.

Atuação no STF

Conforme informou o jornal, os pagamentos ao escritório não são investigados na Lava Jato, mas podem expor Toffoli a acusações de conflito de interesses caso tenha de tomar decisões sobre o consórcio.

Indicado pelo ex-presidente Lula, em 2009, para o cargo de ministro do Supremo, Toffoli pediu, no ano passado, para ser transferido para a 2ª Turma do STF, colegiado que vai julgar a maioria dos casos da Lava Jato.

Um mês depois, ele votou, junto com os ministros Gilmar Mendes e Teori Zavascki, pela prisão domiciliar de executivos de empreiteiras arrolados nas investigações, com uso de tornozeleiras. Entre os beneficiados pela decisão estava Ricardo Pessoa, da construtora UTC. Essa decisão ainda não beneficiou diretamente executivos da Queiroz Galvão, Iesa e Andrade Gutierrez, mas pode servir como precedente em casos futuros.

Em agosto, VEJA revelou que Toffoli foi citado na delação premiada do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Após o vazamento da informação, porém, a delação foi suspensa pela Procuradoria-Geral da República.

Questionado pela Folha se o fato de empresas acusadas na Lava Jato terem feito pagamentos ao escritório de advocacia da sua mulher não é situação que deva levar a seu impedimento para julgar processos relativos ao tema, Toffoli afirmou que os casos não se enquadram nas hipóteses legais em que um magistrado deve deixar de atuar em processos por impedimento legal ou nos quais possa ter interesses pessoais.

Roberta Rangel disse ao jornal que foi remunerada após prestação de serviços às empresas. Ela afirmou que o escritório “não tem qualquer contato profissional com elas há bastante tempo”. Ela disse ainda que “tudo está declarado à Receita Federal”. “Houve procurações, peças nos autos, boletins de medição dos serviços prestados emitidos pelas empresas, relatórios, audiências, reuniões etc.”, disse Roberta, completando que não iria revelar os serviços porque o “escritório tem cláusula de confidencialidade nos contratos”.

Bispo Dom Magnus emite nota sobre as eleições

Prezados irmãos e irmãs da Diocese de Salgueiro,

Dirijo-vos minha palavra de Pai Espiritual neste momento em que nos preparamos para eleger, no próximo dia 02 de outubro, os prefeitos e vereadores que conduzirão os mais de cinco mil municípios brasileiros, para recordar-lhes que, à despeito do cenário de corrupção e instabilidade que o país atravessa, temos o dever cristão e o compromisso cidadão de não menosprezarmos as eleições nem a oportunidade de, nas urnas, exigirmos dos políticos novas posturas.

Ademais, rogo-vos que se dediquem a promover uma participação popular irrepreensível, pautada na ética e no respeito à liberdade de escolha e de expressão do outro. Desta forma, asseguraremos que as eleições sejam destituídas de emocionalismos e, sobretudo, dos interesses partidários e escusos que têm frequentemente marcado o modo de fazer política em nosso país. Adotar valores e dinâmicas comportamentais que redefinam nosso universo político, é um modo eficaz de debelar a corrupção, frear interesses pequenos e grupais que prejudicam o bem comum, o equilíbrio social e econômico, as relações interpessoais e o testemunho que somos chamados a dar à sociedade.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB afirmou em nota sobre as eleições 2016 divulgada no último dia 13 de abril, durante a coletiva de imprensa na 54ª Assembleia Geral dos Bispos: “Sonhamos e nos comprometemos com um país próspero, democrático, sem corrupção, socialmente igualitário, economicamente justo, ecologicamente sustentável, sem violência discriminação e mentiras; e com oportunidades iguais para todos. Só com participação cidadã de todos os brasileiros e brasileiras é possível a realização desse sonho. Esta participação democrática começa no município onde cada pessoa mora e constrói sua rede de relações. Se quisermos transformar o Brasil, comecemos por transformar os municípios.”

Por fim, exorto-vos amados filhos e filhas, a meditar sobre vossa conduta como eleitores, a fim de que também vós não sucumbais às tentações da corrupção, aliciando candidatos ou negociando vosso voto como se sobre vossos ombros não recaísse também a coparticipação na construção do Reino de Deus. Ouvi as sábias e santas palavras do Santo Padre: “O dinheiro deve servir, e não governar! O Papa ama a todos, ricos e pobres, mas tem a obrigação, em nome de Cristo, de lembrar que os ricos devem ajudar os pobres, respeitá-los e promovê-los. Exorto-vos a uma solidariedade desinteressada e a um regresso da economia e das finanças a uma ética propícia ao ser humano” (Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, 58 – Papa Francisco).

Salgueiro, 12 de setembro de 2016

Dom Magnus Henrique Lopes,OFMCap.
Bispo Diocesano

DEBATE 2016 ENTRE OS CANDIDATOS A PREFEITO DE ARARIPINA

                                   Primeira parte do debate

                                                 

                                 Segunda parte do debate

                                               

Gravação e Edição Paulo Elias

Nota do Candidato Tião do Gesso

COORDENAÇÃO DA COLIGAÇÃO “POR AMOR À NOSSA TERRA” TIÃO DO GESSO

A CAMPANHA ELEITORAL DE 2016 TEM CARACTERÍSTICAS MUITO ESPECIAIS NO NOSSOS MUNICÍPIO, 3 (TRÊS) CANDIDATOS PLEITEIAM A PREFEITURA DE ARARIPINA, E SE FAZ NECESSÁRIO QUE CADA CANDIDATO LEVA À POPULAÇÃO PROPOSTAS VERDADEIRAS E QUE VENHAM A BENEFICIAR A POPULAÇÃO DE UMA FORMA GERAL, PRINCIPALMENTE ÀQUELES QUE MAIS NECESSITAM DOS SERVIÇOS PÚBLICOS.
O CANDIDATO TIÃO DO GESSO, TIÃO DO POVO COMPREENDE QUE A FUNÇÃO MAIOR DE UM DEBATE É A DE APRESENTAR PROPOSTAS PARA TODA A SOCIEDADE E NÃO PARA QUE OS CANDIDATOS FIQUEM TROCANDO ACUSAÇÕES E SE DESRESPEITANDO, DESRESPEITANDO DESTA FORMA A POPULAÇÃO ARARIPINENSE. NA FUNÇÃO ESCLARECEDORA, TODO E QUALQUER DEBATE DEVE SER ABERTO AO PÚBLICO, PORÉM AS PORTAS DA CÂMARA DE VEREADORES FORAM FECHADAS AO POVO DE ARARIPINA.

“POR ESTES MOTIVOS NÃO ME FIZ PRESENTE A ESTE DEBATE E DIGO MAIS, NO MOMENTO EM QUE SE ORGANIZAREM UM DEBATE IMPARCIAL ONDE EU POSSA APRESENTAR MINHAS PROPOSTAS PARA O MEU POVO, PARA ÀQUELES QUE REALMENTE PRECISAM DOS SERVIÇOS PÚBLICOS, QUE A POPULAÇÃO NÃO TENHA QUE PRESENCIAR ESSE TOTAL DESRESPEITO, PORQUE AS MINHAS PROPOSTAS SÃO PARA O BENECÍFIO DE TODA A POPULAÇÃO ARARIPIANENSE, EU TIÃO DO GESSO ME FAREI PRESENTE. PORQUE É PARA O MEU POVO QUE EU IREI TRABALHAR, E É PELO MEU POVO QUE PEÇO RESPEITO, POIS JAMAIS IREI ADMITIR QUE AS PORTAS DA CÂMARA DE VEREADORES SEJAM NOVAMENTE FECHADAS AO POVO DE ARARIPINA. E COM PROPRIEDADE AFIRMO QUE, SE HOJE ESSES CANDIDATOS ADMITEM QUE SE FECHEM AS PORTAS DA CÂMARA PARA O POVO, CERTAMENTE AS PORTAS DA PREFEITURA TAMBÉM ESTARÃO FECHADAS A MAIORIA DA POPULAÇÃO ARARIPINENSE”

Eleição municipal ajudou a derrubar Eduardo Cunha

Faltando menos de vinte dias para as eleições, a cassação do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entrou na agenda dos principais candidatos a prefeito na disputa deste ano. Parlamentares que tentam chegar ao Paço Municipal de suas bases lotaram o plenário nesta segunda-feira e renderam 73 votos pela perda do mandato daquele que já foi um dos mais influentes políticos da atualidade. Eduardo Cunha foi cassado por 450 votos favoráveis, dez contrários e nove abstenções.

Logo no início de sua defesa, Cunha reconheceu o peso da disputa: disse que o processo tinha natureza “puramente política” e ressaltou o fato de os congressistas estarem “debaixo das eleições”, dada a proximidade do pleito. “Para algumas pessoas, faltar hoje seria normal. Para mim, não seria. O pior dos mundos seria eu não estar aqui. É preciso ter personalidade e posicionamento”, disse o candidato a vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta (PMDB). Ele votou pela cassação de Cunha.

Nenhum candidato deu voto contra a perda do mandato de Cunha. O máximo que o peemedebista conseguiu foi a ausência de dois de seus fieis aliados: Washington Reis (PMDB-RJ), candidato a prefeito de Duque de Caxias (RJ), e Sérgio Moraes (PTB-RS), candidato a prefeito de Santa Cruz do Sul (RS), não compareceram à sessão desta segunda.

A mesma fidelidade ele não encontrou de Manoel Júnior (PMDB-PB), um conhecido membro da “tropa de choque” enquanto o processo por quebra de decoro tramitava no Conselho de Ética e que chegou a ser cotado para ministro da Saúde à época em que Cunha ainda emplacava aliados no governo de Dilma Rousseff. Candidato a vice-prefeito de João Pessoa (PB), Júnior acabou votando pela cassação do ex-presidente da Câmara.

Capitais – Candidatos nas principais capitais também impulsionaram a queda de Cunha. Líder na disputa pela prefeitura de São Paulo, Celso Russomano (PRB) chancelou a cassação. Seus adversários – Luiza Erundina (PSOL), Major Olímpio (SD) e Bruno Covas (PSDB) – também deram voto favorável.

O mesmo cenário se repetiu no Rio de Janeiro: Alessandro Molon (Rede) e Jandira Feghali, conhecidos rivais de Cunha, aproveitaram os holofotes para subir à tribuna para defender a cassação do peemedebista. Ex-secretário Executivo de Governo do Rio, Pedro Paulo (PMDB) reassumiu o mandato apenas para votar nesta noite.

Candidatos em Belo Horizonte, Eros Biondini (PROS), Jô Moraes (PCdoB), Marcelo Álvaro Antônio (PR), Reginaldo Lopes (PT) e Rodrigo Pacheco (PMDB) também apoiaram a queda de Cunha.

“Transformar Araripina em um polo de Saúde”, diz Aluízio.

O candidato do PP Aluízio Coelho disse que vai aplicar a ampliação e valorização do Plano de Cargos e Carreiras. Aluízio diz que para o município conseguir honrar com os compromissos e poder pagar uma folha em dias, tem que valorizando as categorias, o município precisa está sendo gerido da forma correta, com uma máquina totalmente bem organizada. Além disso o candidato diz que o gestor precisa ir buscar parcerias, recursos federais e recursos estaduais para que o município ande dentro do esperado.
– Aluízio defende também a arrecadação de impostos no município para conseguir ajudar na folha e no desenvolvimento da cidade.

Aluízio não responde às perguntas e diz mais uma vez que não é candidato do prefeito

Raimundo pergunta se o candidato Aluízio Coelho tem conhecimento do volume de recursos do Pac 2 que foram enviados para Araripina?

Aluízio não responde e volta a dizer novamente que não é candidato do prefeito Alexandre Arraes.
21 milhões foi o dinheiro que veio para Araripina, diz Raimundo, respondendo à pergunta que o candidato Aluízio Coelho não respondeu.

O debate está caloroso, a plateia com nervos agitados.

Raimundo Pimentel chama Aluízio Coelho de Candidato do prefeito Alexandre Arraes.

O debate começa com os nervos à flor da pele, usando o seu tempo, o candidato Raimundo Pimentel, fala sobre a aliança entre o candidato Aluízio Coelho e Alexandre. Aluízio se defende e diz que não é candidato do prefeito, e ressalta que o adversário já começou suas palavras usando a velha política.

Aluízio – “Não sou candidato de Alexandre Arraes, sou candidato do povo”.

Raimundo rebate, dizendo que o candidato Aluízio tem que ter coragem de assumir os seus apoios. – “Todo o corpo da prefeitura está ao seu lado Aluízio, então não tem como negar que não é candidato do atual prefeito”, diz Raimundo Pimentel.