Nota de Alexandre Arraes vira piada na internet

A nota do prefeito Alexandre Arraes (PSB), enviada a um blog da capital não repercutiu muito bem, e virou motivo de piada nas redes sociais.

Veja os comentários nas redes sociais: 

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Nota oficial

O prefeito de Araripina, Alexandre Arraes (PSB), em repúdio as colocações feitas pelo prefeito eleito, Raimundo Pimentel, entende que o mesmo já começou a utilizar-se do artifício de culpar a antiga gestão por entender que não irá realizar as ações prometidas em palanque.

Trata-se apenas de estratégia, principalmente se considerarmos o fato de que o atual prefeito fez uma gestão rica em obras para a população.

No último ano de gestão, diante da crise enfrentada pelo Brasil, sem precedentes na história, houve reflexo direto nos municípios, o que trouxe uma dificuldade maior para os prefeitos, que tiveram que administrar com uma redução de receita, o que reflete naturalmente nos serviços ofertados a população.

No final de sua gestão, para que haja um ajuste financeiro, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, e o próximo prefeito não tenha que arcar com folhas de pagamentos em atraso, teve que formalizar demissões, o que é natural em todo final de gestão.

O importante é que estamos mantendo os serviços essenciais para a população e para o bom funcionamento do município. Registra, ainda, que o fato de não querer aparecer na política, foi opção do prefeito que deve ser respeitada.

Assessoria de Imprensa

Prefeito eleito Raimundo Pimentel alerta que alunos da rede municipal de Araripina correm risco de perder ano letivo

Estreante na função de chefe de Executivo, o prefeito eleito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSL), descreveu ao Blog o pior cenário possível que enfrentará pelos próximos quatro anos, após ser empossado no próximo dia 1° de janeiro de 2017. Uma das áreas mais críticas diz respeito à educação municipal.

Segundo Pimentel, os estudantes correm o sério risco de perder o ano letivo porque tiveram este ano menos de dois meses efetivos de aula. Há ainda falta de transporte e de merenda escolar, além do atraso constante no pagamento dos professores. “Foi necessário o sindicato entrar com uma ação para que o juiz bloqueasse os recursos da prefeitura, para que pagasse os professores”, afirmou.

Mas não fica só nisso. O prefeito eleito lamentou disse que os postos de saúde da zona urbana e rural estão sem atendimento porque médicos e enfermeiros contratados foram demitidos. A coleta de lixo de Araripina “é precária” e o fundo previdenciário dos servidores municipais “está zerado”.Sem poupar seu adversário, o atual prefeito Alexandre Arraes (PSB), Pimentel disse que ele não teve sequer a coragem de defender sua administração durante a campanha deste ano. Mas, virando essa página, esbanjou confiança em reverter esse cenário. “Aceitamos o desafio e estamos motivados”, declarou. (Blog do Carlos Brito)

A farra do forró

Como funcionava o esquema que, segundo a polícia e a Receita Federal, teria desviado R$ 500 milhões em impostos e saiba por que a vida de luxo de bandas como Aviões do Forró pode estar com os dias contados

Fenômeno de audiência há quatro anos, a novela “Avenida Brasil”, da Rede Globo, apresentava alguns de seus melhores momentos quando Suelen, personagem da atriz Isis Valverde, entrava em cena com leggings e tops coloridos seduzindo os homens do Divino ao som de “Correndo atrás de mim”. A repetição dos versos-chiclete “Eu quero ver você correndo atrás de mim/ Eu quero ver você correndo atrás de mim/ Quando eu te procurei você nem ligou pra mim/ Agora eu quero ver você correndo atrás de mim” algumas vezes por semana no horário nobre da tevê transformou o grupo Aviões do Forró, que já tinha uma carreira de 10 anos no Nordeste, em sucesso nacional. Emendando um hit no outro, Solange Almeida e Xand Avião, vocalistas da banda, acumularam fortuna cantando desilusões amorosas em ritmo de “forró-pop”, numa contribuição questionável à cultura popular. Agora, uma investigação da Polícia Federal (PF) batizada de For All questiona também a contribuição do grupo para a Receita. Os policiais suspeitam que, ao lado de outras bandas ligadas à A3 Entretenimento, eles tenham sonegado cerca de R$ 500 milhões em impostos entre 2012 e 2014.
BLOQUEIO DE BENS
A operação deflagrada na terça-feira 18 apura ainda suspeitas de omissão de rendimentos e lavagem de dinheiro. Além do Aviões, outros três conjuntos de forró são acusados de realizar shows declarando apenas 20% do valor dos contratos. Ao todo, foram bloqueados 163 imóveis e 38 veículos, como Mercedes-Benz, BMWs e Land Rovers, e 32 pessoas foram conduzidas para prestar esclarecimentos, inclusive Xand e Solange, que foram ouvidos e liberados. Procurados pela ISTOÉ, eles informaram, em nota, que estão “à disposição da Justiça”. Se mantiver a agenda, como divulgado, a banda embarca nesta semana para os Estados Unidos, onde tem shows marcados em Nova York, Boston e Miami. “Assim como o forró é para todos, os tributos são propriedade do povo brasileiro”, diz o auditor fiscal João Batista Barros, superintendente regional da Receita Federal. “Analisamos os aspectos exteriores de riqueza, como imóveis, atividades e consumo, e a compatibilidade com o apresentado nas declarações.”
VIDA DE LUXO
Vaidosos, “Solanja”, como é chamada pelos fãs, e Xand adoram as redes sociais, onde publicam fotos com o “look do dia”, em viagens e compras (ela vive nas lojas de grife do Shopping Iguatemi de Fortaleza). A cantora também se orgulha com as cantadas e elogios que recebe por causa do corpo 50 quilos mais magro, conquistado graças a uma cirurgia bariátrica feita há oito anos. Xand, que também é sócio de uma churrascaria, é apaixonado por carros esportivos – no ano passado, comprou em Recife um Porsche Cayman S, avaliado em R$ 399 mil. Dono de uma concessionária de automóveis em Fortaleza e amigo de Xand, um empresário que pediu para não ser identificado, disse que todos os carros do cantor são financiados e que ele nunca fez nenhuma transação com dinheiro em espécie. “O Xand é a pessoa mais idônea que pode existir”, afirma. “Não é ele que administra a banda, ele só canta.”
A delegada Doralucia Oliveira de Souza, que conduziu as investigações, discorda. “Os artistas são sócios, não são só empregados”, diz. “É muito complicado pensarmos que eles não tivessem consciência do que estava acontecendo ali.” No papel, os vocalistas dividem a propriedade do grupo com os empresários Carlos Aristides, Zequinha Aristides, Isaías Duarte e Claudio Melo. Recentemente, depois que Solange ameaçou seguir carreira solo, a cantora aumentou sua participação de 10% para 25% nos lucros, igualando o percentual de Xand, e os empresários ficaram com o restante.
O esquema descoberto pela PF funcionava através de contratos subfaturados de shows, eventos e vendas de CDs e DVDs. Os suspeitos combinavam o valor com o contratante, mas apenas de 20% a 50% do preço era pago pelas vias oficiais e declarado ao Fisco. O restante, de acordo com a investigação, era entregue em dinheiro vivo, pouco antes das apresentações. No caso do Aviões do Forró, os valores ficavam na casa dos R$ 160 mil – entre os demais grupos, como o Solteirões do Forró, o cachê começava em R$ 50 mil. Cada uma das bandas faz, em média, 200 shows por ano. Isso significa que só o Aviões faturava R$ 32 milhões anuais em shows. Como até 80% do valor era escamoteado, a sonegação pode ter ultrapassado os R$ 25 milhões. A polícia também suspeita que os envolvidos lavavam dinheiro comprando imóveis e declarando valores menores do que os reais, para depois revendê-los pelo preço de mercado. Além disso, promoviam intensa confusão patrimonial entre pessoas físicas e jurídicas para driblar a fiscalização. Se depender da “For All”, a farra acabou.

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       LUXO NO AR: Solange e Xand, do Aviões do Forró, em frente a jato particular.
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                      VOO ALTO: Solange Almeida posa de lingerie em hangar
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Carlos Aristides, empresário do Aviões do Forró, na Suíça
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LUXO NO AR: Solteirões do Forró, também investigados
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SOB SUSPEITA: Fachada da A3 Entretenimento, em Fortaleza
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VAIDOSA: Solange após ser ouvida pela PF

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JUSTIÇA PARA TODOS
Saldo da Operação “For All”, que mirou estrelas da música

 

R$ 500 MILHÕES em impostos teriam sido sonegados
4 BANDAS investigadas, incluindo a Aviões do Forró
32 PESSOAS ouvidas, entre elas os vocalistas Xand e Solange (da Aviões do Forró)
26 EMPRESAS suspeitas de crimes como lavagem de dinheiro
44 MANDADOS de busca e apreensão no Ceará e na Paraíba
163 IMÓVEIS interditados em três cidades diferentes
38 VEÍCULOS bloqueados, como Mercedes, BMWs e Land Rovers
ATÉ 80% dos valores dos shows eram escamoteados
ATÉ R$ 160 MIL custava cada uma das apresentações

Deputada Socorro Pimentel desabafou em rede social

A deputada estadual Socorro Pimentel (PSL), usou sua rede social facebook para mostrar sua indignação com o atual gestor de Araripina Alexandre Arraes (PSB). Ela cobra a transparência nas contas públicas, a deputada usou o portal da transparência para mostra a população que o dinheiro dos recurso federais são repassados todos os meses, falta saber para onde esse dinheiro está indo…

Veja o texto da Deputada na sua rede social facebook:

E… Qual será a EXPLICAÇÃO do sr. Prefeito Alexandre Arraes para isso???
Vamos DETALHAR aqui os recursos repassados pelo Governo Federal para a EDUCAÇÃO do município de Araripina de Janeiro a Outubro de 2016, que totalizaram ATÉ AGORA, quase 16 MILHÕES!!!

NÃO houve um mês sequer em que o repasse deixou de ser efetuado!!!

Merenda Escolar- R$ 504.210,00

Transporte Escolar- R$ 413.277,70

FUNDEB- R$ 3.411.505,50

Dinheiro Direto para a Escola para Educação Básica- R$ 175.742,00

FUNDEB- R$ 9.180,802,96

Implantação e Adequação de Estrutura Esportiva das Escolas- R$ 229.442,51

Transferência da Cota Parte dos Salários da Educação- R$ 1.279.880,68

Transferência para Educação Básica- R$ 781.761,47.

NÃO FALTA DINHEIRO!!!
O que FALTA é….

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O espírito público do Senado

Leandro Colon – Folha de S.Paulo

A prisão de policiais legislativos acusados de proteger senadores da Lava Jato não surpreende quem viu de perto escândalos passados no Senado.

Apesar de reveses de alguns anos para cá, um grupo de servidores continua mandando e desmandando.

É a mesma ala que atuou lá atrás na edição dos atos secretos, na criação de 30 diretorias e no pagamento de hora extra a fantasmas.

Por exemplo, o Senado acaba de torrar R$ 120 mil para imprimir dois luxuosos livros sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Ao menos 33 pessoas editaram o material.

É tudo de primeira, do papel couchê à capa dura. Um livro tem 348 páginas e reproduz a sessão que afastou Dilma do cargo no dia 12 de maio. Ao todo, 1.000 edições foram impressas ao custo de R$ 34 mil.

Com 664 páginas, o segundo, sob o título “Impeachment”, traz a íntegra do julgamento de sete dias da petista, realizado em agosto.

Para este, foram produzidos 1.500 exemplares por R$ 86,3 mil. Os livros foram distribuídos a autoridades, senadores, bibliotecas e dezenas de jornalistas.

Recebi um exemplar do “Impeachment”, acompanhado de bilhete assinado pelo presidente Renan Calheiros. Outros sete livros iguais foram enviados àFolha em Brasília.

Diz Renan na introdução que a publicação representa “ampliação da transparência e o aumento do controle público”. Transparência desnecessária porque qualquer um pode ler as íntegras das sessões de agosto e de maio no site do Senado. Além disso, os dois livros estão abertos na internet.

A assessoria de imprensa do Senado diz que não houve pagamento a terceiros — como se esse fosse o problema. Nenhum dos 81 senadores pode reclamar, afinal todos saíram muito bem na foto da contracapa do livro “Impeachment”.

E a obra sobre a sessão de maio tem um capítulo à parte, imperdível: “Renan Calheiros, Serenidade e Espírito Público”

Polícia do Senado atrapalhava desde 2015, diz juiz

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, disse nesta sexta-feira (21) que a Polícia do Senado atuava desde 2015 para barrar as investigações de Operação Lava Jato contra senadores investigados. As informações estão na decisão em que o juiz autorizou a prisão temporária de integrantes da Polícia Legislativa.

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De acordo com o magistrado, o chefe da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo de Carvalho, que também foi preso, determinou, “cedendo a pedido ou influência de outrem”, ações de seus subordinados para “embaraçar conscientemente notória operação conduzida no âmbito do Supremo Tribunal Federal”.

A PF apurou que a Polícia Legislativa fez varreduras em busca de grampos em endereços particulares de senadores para encontrar escutas ambientais e grampos telefônicos. Os parlamentares cujos endereços foram vasculhados são a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Edison Lobão (PMDB-MA). O ex-presidente e ex-senador José Sarney também teve sua casa varrida em busca de grampos.

Segundo o juiz, as prisões e buscas nas casas e nos gabinetes dos parlamentaras foram necessárias para “interromper a continuidade da atividade criminosa” dos acusados.

“Os fatos são gravíssimos e há indícios de funcionamento da associação liderada pelo primeiro investigado [Pedro], havendo fundadas razões de autoria e participação nos supracitados delitos. São necessárias tais medidas constritivas a fim de que se possa colher elementos maiores da investigação, sustar outras condutas reiteradas delituosas da mesma natureza, bem como assegurar que longe do local de trabalho e sem a influência de tais investigados se possa ter a segurança dos trabalhos de maior apuração dos fatos pela Polícia Federal”, disse o juiz.

“Deixa eu em liberdade”, pede Dirceu a Moro

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula) fez um apelo dramático ao juiz federal Sérgio Moro, nesta sexta-feira, 21. Ele pediu liberdade.

Já condenado a 20 anos e três meses de reclusão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no esquema Petrobrás desmontado pela Operação Lava Jato, Dirceu foi interrogado por Moro em outra ação penal, por suposto recebimento de propinas de empresas fornecedoras da estatal petrolífera.

“Não entrou um centavo na minha conta bancária que não esteja contabilizado”, declarou Dirceu, ao negar o recebimento de vantagens ilícitas. “Quero repetir: não houve nada de ilícito. Faturei 40 milhões (de reais) e ganhei seis em dez anos, 60 mil reais por mês. Se passou à opinião pública que eu tinha ganho 40 milhões e isso vai parecendo que sou uma pessoa que enriqueci de maneira ilícita e tenho um patrimônio que eu não tenho. A verdade é que eu não tenho.”

Prefeito eleito de Sanharó pede providências ao TCE de Pernambuco contra o atual gestor

O prefeito eleito de Sanharó, Heraldo José de Oliveira Almeida, protocolou na última segunda-feira (17) no gabinete da conselheira Teresa Duere, relatora das contas daquele município do exercício financeiro de 2016, um pedido de expedição de Medida Cautelar para suspender os efeitos do Decreto 53/2016, assinado pelo prefeito não reeleito Fernando Edier de Araújo Fernandes, autorizando os secretários municipais a rescindir os contrários temporários para nomear os classificados num concurso público homologado por ele em 20 de junho deste ano.

Ocorre, disse Heraldo Almeida, que o município encerrou o primeiro quadrimestre deste ano comprometendo 61,75% de sua receita corrente líquida com a folha de pessoal, quando o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal é de 54%.

Portanto, além de já ter excedido este limite, está impedido pela LRF de aumentar despesas com pessoal nos 180 dias anteriores ao término do mandato.

Teresa Duere deu ciência do pedido na sessão do Pleno desta quarta-feira (19). Ela disse que casos semelhantes estão ocorrendo em outros municípios e que o TCE deve alertar os atuais prefeitos para que respeitem o limite de gastos com a folha estabelecido pela LRF.

Para o presidente Carlos Porto, prefeitos que procedem desta forma estão agindo de “má fé” para prejudicar a gestão dos seus sucessores.

Gerência de Jornalismo (GEJO), 20/10/2016.