Deputada Socorro Pimentel e parlamentares da oposição pedem reforço da Força Nacional para carnaval no Estado

A deputada estadual Socorro Pimentel se reuniu junto à Bancada de Oposição da Assembleia Legislativa para entregar na manhã dessa terça-feira, 21, um ofício dirigido ao governador Paulo Câmara para que o Estado de Pernambuco solicite apoio da Força Nacional para reforçar a segurança durante o período de carnaval.

O pedido da parlamentar e da Oposição leva em consideração o aumento da criminalidade no mês de janeiro, quando foram registrados 479 assassinatos, 10.691 crimes contra ao patrimônio, 2.743 casos de violência doméstica contra a mulher e 148 estupros.  “O governador não pode ficar omisso diante da violência que se instalou em nosso Estado. Cabe a ele a responsabilidade de agir o mais rápido possível para garantir a segurança que é um direito da população”, disse a deputada.

Outra preocupação é a baixa adesão da categoria ao Programa de Jornadas Extras de Segurança (Pjes),reduzindo o efetivo  policial nas ruas, mesmo com o reajuste de R$ 120 para R$ 200 promovido pelo Governo do Estado.

Assessoria de Comunicação

Ex-prefeito de Araripina fala sobre atraso das aulas no município

E a polêmica em Araripina continua. O Blog do Roberto Gonçalves, publicou na semana passada, uma matéria sobre o atraso do Ano Letivo da Rede Municipal, em que a secretária de Educação Possídia Carvalho, anunciava através de uma nota, o adiamento mais uma vez, o início das aulas, dessa vez para o dia 06 de março.

No mês de janeiro, em entrevista coletiva na Câmara de Vereadores, Possídia Carvalho, já tinha culpado o ex-prefeito Alexandre Arraes, pela situação degradante de algumas escolas municipais, que segundo ela, era pior do se esperava.

“Qual mãe de aluno tem confiança de deixar seu filho numa escola sem merenda, com falta de professores e riscos desde uma contaminação de dengue até o desabamento de um teto? Nós sabíamos que a situação era grave, mas confesso que é ainda pior”, destacou na época a secretária.

Na manhã desta segunda-feira (20), o ex-prefeito de Araripina Alexandre Arraes (PSB), enviou uma nota ao Blog, na qual rebate as acusações da secretária. Confira na íntegra:

 

“Bom dia Roberto. Com relação a essa matéria no seu blog sobre o recomeço das aulas em Araripina, na qual eles falaram que as escolas não possuem condições de receber os alunos não é verdade, das 132 escolas do município eu reformei 90 na minha gestão,  e ainda deixei 03 escolas nucleadas prontas, ontem mesmo o atual prefeito inaugurou uma. Na verdade  eles não começaram o ano letivo por falta de planejamento. Não fizeram licitação de transporte escolar nem de merenda, também não prepararam a seleção para contrato temporário de trabalho para professor merendeira e zeladora. Isso tudo por que não trabalharam na transição, ficam olhando no retrovisor para me prejudicar e esquecem de fazer as obrigações de gestão”. Escreveu o ex-prefeito de Araripina Alexandre Arraes (PSB).

Por Roberto Gonçalves

Prefeito de Bodocó reivindica melhor cobertura de telefonia celular no município

O prefeito de Bodocó, Túlio Alves (DEM), se reuniu nesta segunda-feira (20), no Recife (PE), com o diretor de Relações Governamentais e Institucionais da Tim Nordeste, Felipe Leão. O prefeito reivindicou à operadora uma melhoria urgente na cobertura do sinal, bem como a implantação da tecnologia 3G no município.

Felipe Leão garantiu resolver o problema de cobertura o quanto antes e atender a chegada da 3G no município até 31 de julho. A deputada Socorro Pimentel (PSL), que acompanhou o prefeito na reunião, reforçou a solicitação do gestor através de uma indicação à Mesa na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Saímos confiantes de que o problema será solucionado em breve. A população de Bodocó não pode mais sofrer as consequências dessa deficiência da companhia telefônica”, avaliou Túlio Alves.

Assessoria de imprensa | Foto – Divulgação

Dilma diz que pode disputar eleição para senadora ou deputada

Dilma Rousseff parece mais relaxada do que quando estava na Presidência do Brasil. Brinca, repassa a apertada lista de conferências que a aguardam na Europa e nos Estados Unidos e, pela primeira vez, fala de seu futuro políticoDestituída em 2016 pelo Congresso, sob a acusação de maquiar as contas públicas, a ex-presidente passa seus dias em Porto Alegre, onde segue obedientemente sua rotina de exercícios físicos e passeios de bicicleta, e só parece perder a paciência quando é consultada sobre o escândalo de corrupção da Petrobras que atingiu seu governo.

“Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política nunca vou deixar de fazer (…) Eu não afasto a possibilidade de me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos”, declarou em entrevista à agência AFP.

Apesar do impeachment, Dilma não perdeu seus direitos políticos para ocupar cargos públicos, e pode, portanto, ser candidata a cargos eletivos. Aos 69 anos, ela disputou apenas dois cargos eletivos em sua vida: a Presidência, que venceu em 2010, e a reeleição de 2014, ambas pelo PT.

Questionada sobre como é possível que desconhecesse a monumental rede de subornos que drenou mais de dois bilhões de dólares da Petrobras para financiar campanhas políticas, Dilma abandona o semblante afável que adotou após seu impeachment. “Os processos são extremamente complicados (…) Ninguém no Brasil sabe de todos os processos de corrupção hoje”, afirmou.

Primeira mulher a chegar à chefia de Estado do Brasil, Dilma conserva em sua conta do Twitter a frase “presidenta eleita do Brasil”. Como o país não concede nenhum tipo de pensão aos seus ex-presidentes, Dilma se mantém financeiramente com os 5.300 reais mensais que recebe de aposentadoria por ter sido funcionária do Estado do Rio Grande do Sul e completa sua renda com o aluguel de quatro apartamentos familiares.

Impeachment

Afilhada política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2010), Dilma diz que não costuma ter problemas ao percorrer as ruas do bairro Tristeza, onde vive em Porto Alegre, nem quando viaja ao Rio de Janeiro para visitar sua mãe. Mas, com as lembranças do impeachment ainda frescas na memória do país, afirma não ter garantias, apesar de contar com um guarda-costas. “Nada impede que alguém me agrida”, declara.

Dilma diz repassar “sistematicamente” os documentos do processo que a retirou do poder e que encerrou um ciclo de mais de 13 anos do PT no governo, substituindo-a por seu vice, o conservador Michel Temer (PMDB), a quem acusou de liderar um “golpe parlamentar”. “As pedras de Brasília e as emas da Alvorada sabiam que eles estavam inventando um motivo para me afastar”, afirma, em uma referência ao tempo em que vivia no Palácio da Alvorada, cercado de jardins intermináveis povoados por pássaros. “Foi a chamada justiça do inimigo: não se julga, se destrói”, acrescenta.

Lula

Uma pesquisa recente colocou Lula à frente em todos os cenários eleitorais para 2018. Processado em vários casos relacionados ao escândalo na Petrobras, seu futuro é uma incógnita. “Apesar de todo o processo de tentativa de destruição da personalidade, da história e tudo, o Lula continua em primeiro lugar, continua sendo espontaneamente o mais votado”, afirma Dilma, para quem há um “segundo golpe” em amadurecimento: criminalizar Lula para impedir que ele seja candidato.

Dilma diz não guardar rancores pessoais contra aqueles que levaram sua destituição adiante, uma atitude que conserva de seus tempos de militância marxista, quando foi capturada e torturada durante a ditadura militar (1964-1985).

E isso inclui o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cérebro por trás do impeachment, atualmente na prisão por um caso de corrupção. “Eu não tenho em relação ao Eduardo Cunha nenhum sentimento de vingança ou qualquer coisa que o valha. Eu não tive em relação ao torturador. Não dou luxo para torturador de ter ódio de torturador, nem tampouco para o Eduardo Cunha”, conclui.

Por que o Planalto teme a delação de Eduardo Cunha

Preso na Operação Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha era um profundo conhecedor dos valores arrecadados pelo PMDB. Ao contrário do PT, que tinha um tesoureiro específico para arrecadar dinheiro para o partido, o PMDB distribuía a tarefa entre várias pessoas. Uma das mais poderosas era Eduardo Cunha. Mais do que isso, o deputado tinha em sua área de influência a Caixa Econômica, dividida com um dos mais próximos assessores do presidente Michel Temer, o ministro Moreira Franco. Por tudo isso, quando Cunha fala de doações para campanha ou verbas da Caixa, o conteúdo de suas afirmações – ou perguntas – pode ser explosivo.

E foi assim que Eduardo Cunha deu mais um sinal a Temer de quão perigosa para o governo será sua defesa na Justiça – ou, mais ainda, um eventual acordo de delação premiada. Os advogados fazem a parte técnica, enquanto Cunha, mesmo preso, faz política citando o Palácio do Planalto. Não por acaso, ele colocou Michel Temer como testemunha na investigação que corre na Justiça Federal em Brasília – e não poupou insinuações.

Como revelou epoca.com.br com exclusividade na quinta-feira (16),  Cunha questionou Temer sobre a participação do presidente e do ministro Moreira Franco em reuniões para tratar de propina e doações eleitorais em troca de financiamentos do fundo de investimento do FGTS, o FI-FGTS. Cunha é investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, em Brasília, sob a suspeita de arrecadar propina no FI-FGTS. Em razão do cargo, Michel Temer tem a prerrogativa de responder às perguntas por escrito. As questões foram formuladas diretamente por Cunha em Curitiba à Justiça em Brasília, onde corre o processo.

Similar ao que ocorreu na Lava Jato, as perguntas de Cunha sugerem a participação de Temer e Moreira Franco como intermediadores de propina ou de doações para o PMDB – em especial, em negociações com as empreiteiras Odebrecht e OAS. No caso da operação tocada em Curitiba, o juiz Sergio Moro entendeu que parte das perguntas era uma maneira de intimidar Temer e vetou 21 das 41 perguntas. O tom, naquele momento, ainda era comedido. Era novembro de 2016. “Vossa Excelência foi comunicado pelo Sr. Nestor Cerveró sobre uma suposta proposta financeira feita a ele para sua manutenção no cargo?”

Agora, na Justiça Federal em Brasília, Cunha vai além…

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Humberto Costa: é hora de assumir a corrupção do PT

O senador Humberto Costa (PT-­PE) foi ministro da Saúde do governo Lula, esteve no olho do furacão durante a prisão de Delcídio do Amaral, o ex-petista preso tentando obstruir a Lava-Jato, e durante o traumático processo de impeachment da correligionária Dilma Rousseff. Atuou na linha de frente para amparar o que restou do PT e era o líder do partido no Senado até duas semanas atrás. É, portanto, um petista do núcleo duro da legenda — e, também, a primeira voz autorizada a dizer publicamente, como fez em entrevista a VEJA, que chegou a hora de o PT admitir que se envolveu em corrupção, pedir desculpas à sociedade pelos erros que cometeu, abandonar o discurso de “denúncia do golpe” e apresentar propostas econômicas para tirar o país do atoleiro. “A autocrítica é necessária, essencial, mas não é suficiente”, afirma.

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Eles estão se lixando

Na quinta-feira passada, agentes federais bateram à porta da casa de Márcio Lobão, presidente de uma subsidiária do Banco do Brasil, em busca de provas de que recebera propina em nome de seu pai, o senador Edison Lobão. Uma batida policial é sempre um constrangimento, mas o senador saiu-se do episódio com aquela indiferença olímpica tão própria de certos políticos. Em democracias mais maduras, um fato dessa grandeza teria implicações dramáticas. Em Brasília, não aconteceu nada. Edison Lobão foi premiado com um silêncio generalizado e cúmplice. Continua no comando da Comissão de Constituição e Justiça do Senado e terá a honra de presidir a sabatina do indicado a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O suspeito vai questionar as intenções do seu futuro juiz.

Parece que os políticos deixaram de enxergar e de ouvir as exigências de uma opinião pública que, desde 2013, dá sinais de exaustão com a roubalheira dos cofres públicos e os comportamentos abertamente imorais. Eles não estão propriamente mudos, cegos ou surdos — estão, sim, em luta disfarçada para sobreviver aos próprios delitos. À luz da mensagem do presidente Michel Temer de que só afastará do cargo quem for denunciado – o que pode ocorrer só depois do fim do mandato -, os ministros sentem-se livres para se movimentar, alguns com desenvoltura, como Alexandre de Moraes, que confraterniza abertamente com investigados. Ou o ministro Eliseu Padilha, o “Primo” nas planilhas da Odebrecht, flagrado durante uma palestra admitindo abertamente que a escolha do ministro da Saúde foi apenas um toma lá dá cá – não foi nem admoestado pela confissão incômoda.

(Com reportagem de Bruna Narcizo e Renato Onofre)

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Francisco Edivaldo solicita implantação da Casa do Cidadão em Araripina

O vereador Francisco Edivaldo (PBS) apresentou e teve aprovado na sessão ordinária desta quarta-feira, 15, requerimento de sua autoria que solicita ao Poder Executivo a implantação de uma Casa do Cidadão em Araripina.

Na sua justificativa, o parlamentar cita que existe a necessidade de uma unidade desta instituição no município que traria um grande benefício à população, pois possibilitaria a expedição de documentos pessoais – RG, CPF e Carteira do Trabalho -, sem precisar se deslocar para outras cidades e principalmente outros estados.

“Existe uma grande dificuldade para a população de Araripina na retirada de seus documentos pessoais, principalmente a carteira de identidade. Muitas vezes tem que se deslocar para cidades do estado do Ceará para retirar o RG. Precisamos de uma Casa do Cidadão que vai permitir a retirada desses documentos de forma ágil e imediata”, disse o vereador.

Por Martinho Filho  | Foto – Sandro Romero

Deputada Socorro Pimentel estará na Nossa FM

A deputada Estadual Socorro Pimentel (PSL), concederá uma entrevista hoje ao meio dia na Rádio Nossa FM, no Programa Araripe Notícias, apresentado por Zé Silva.

Recentemente Socorro esteve fazendo visitas pelo Araripe acompanhando a situação das cidades, inclusive na cidade de Ouricuri, PE, onde ele fez uma visita ao Hospital Regional.

 

Evilásio diz está tranquilo em relação as críticas feitas pela a oposição

Em recente entrevista na Rádio Grande Serra na manhã de ontem terça-feira, 14, o Presidente da Câmara de Vereadores de Araripina, Evilásio Mateus – PSL, disse está muito tranquilo em relações as críticas feitas pela a oposição ao governo de Pimentel. Segundo ele, sente-se confortável, por saber que o povo está vendo quem são as pessoas que estão criticando a gestão.

– “Essas mesmas pessoas que estão criticando e colocando a culpa dos problemas que a cidade enfrenta hoje, são as mesmas pessoas que não diziam nada na época do ex-prefeito, e fechavam os olhos para os desmandos. Eu sei aceitar as críticas, agora precisamos analisar se essas críticas proferidas a gestão, são para incentivar o gestor a trabalhar pela população, ou para agradar alguém, ou barganhar com isso”, disse Evilásio.

Ele ainda defende que são os primeiros meses de gestão e que há muito o que se fazer na cidade, que não vão mudar Araripina da noite para dia. Existem vários pontos emergenciais para serem assistidos primeiros, como educação e saúde.

Foto – Sandro Romero