Antônio de Pernambuco

Com uma história de vida marcada pela superação, defendendo uma proposta de desenvolvimento econômico para o semiárido,  Antônio Souza tem conquistado cada vez mais apoio à sua pré-candidatura pela REDE ao Senado e vem se consolidando como um dos nomes fortes na disputa por uma das duas vagas a ser preenchida nas eleições deste ano.

Antônio tem raízes fincadas no sertão de Pernambuco,  ao pé da Chapada do Araripe, onde viveu por muito tempo na cidade de Araripina. Filho de família pobre teve uma infância difícil. Problemas de saúde e a escassez de recursos poderiam tê-lo levado ao mesmo destino de tantos outros meninos do sertão, mas Antônio decidiu acreditar no impossível. Venceu as adversidades e encontrou nos obstáculos a força para alcançar seus objetivos.

Ainda jovem iniciou seu caminho como empreendedor e se destacou na área da tecnologia. Hoje suas empresas atuam no ramo de “desenvolvimento de aplicativos de controle e verificação de documentos, certificação de origem e procedência, autoatendimento público e de segurança social, além de projetar, implantar e dar manutenção no monitoramento de segurança dos principais órgãos públicos brasileiros, a exemplo do INSS, Correios, escolas municipais e estaduais.” Focado na busca por soluções que atendam às necessidades da sociedade, Antônio Souza não é apenas um empreendedor,  mas sim, um empreendedor social.

Em sua caminhada pela pré-candidatura ao senado tem defendido a criação da Zona Franca do Semiárido Nordestino.  Um projeto que não é novo, pois há alguns anos já tramita no congresso caminhando a passos lentos. Antônio tem assumido o papel de embaixador dessa causa tão importante e necessária para o desenvolvimento da região com a geração  de emprego e renda através de benefícios fiscais para a implantação de polos industriais na área demarcada pelo projeto.

Sob esta bandeira tem recebido o apoio de partidos, lideranças dos meios político e empresarial, personalidades e artistas que têm enxergado nele um homem comprometido com o social.

Jornal do Araripe/Raimundo Didi